sexta-feira, 21 de setembro de 2018




O Brasil que eu sonho

Ivone Boechat


Por que a intenção de abandonar o Brasil na vala do analfabetismo? Um povo que mal lê, mal vê, mal pensa, mal vive, mal forma seus profissionais, não se torna uma nação livre. A multidão inebriada pela informação que mal compreende, bebe o veneno da mentira.  E se vicia.  Aí é fácil manobrar.
Uma sociedade refém da escassez aceita o que lhe depositam no chapéu. O que recebe a esmola se encanta com a benevolência dos santos canoniza na eternidade de mandatos “legítimos”. Um país rico e uma nação pobre!
O Brasil que nós precisamos e estamos esperando desde o descobrimento é o Brasil que seja visto pelo mundo e por nós com respeito. Respeito ao tesouro da gente linda que habita essa natureza fantástica.
De que vale selecionar grupos e beneficiá-los em detrimento de outros? Ou discriminar raças, opções, ideias, embalando preconceitos em pacotes sociais querendo impor este ou aquele caminho como via única? O ser humano tem o ideal da liberdade no softwear original.
O Brasil que nós precisamos é aquele que pode confiar em deixar seus recursos financeiros na mão de quem só vai utilizá-los em benefício do povo. Não existe dinheiro público. TODO DINHEIRO QUE ROLA NOS COFRES é PRIVADO: NOSSO.
Queremos que a justiça se implante igual para todos, porque não temos visto assim. Sempre o rico se beneficiando dos recursos e recursos e recursos.
O Brasil que nós precisamos não exige a eleição de homens santos, sem pecado ou deslize. Todo mundo erra. Deslizar é uma coisa, mas escorregar, se atolar na sujeira e gostar é outra. Espirra lama na educação, na segurança, na assistência social e médica. Quem se acostuma na lama acha que é normal.

O texto abaixo é para a reflexão.
Primeiro levaram os negros,
mas não me importei com isso,
eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários,
mas não me importei com isso,
eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis,
mas não me importei com isso,
porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados,
mas como tenho meu emprego,
também não me importei

Agora estão me levando,
mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém,
ninguém se importa comigo.

Bertolt Brecht

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

                             Se não podemos ainda acabar com a corrupção, devemos lutar para reduzir o gosto por ela. 

Ivone Boechat

sábado, 15 de setembro de 2018

Aprendemos, desde pequeninos


Não pular o muro do vizinho;

1.            Jamais pichar qualquer patrimônio – privado ou público;
2.            A oferecer lugar e preferência ao mais velho, em qualquer lugar;
3.            A não invadir lugares, a não ser para salvar vidas;
4.            Aprendemos a ser amigos de todos e a respeitar a diferença de ideias e ideologias;
5.            Aprendemos a respeitar a crença das pessoas;
6.            Aprendemos que a eleição é muito importante, jamais uma oportunidade para agredir, ferir ou matar por diferença de convicções;
7.            Aprendemos que o pai da mentira é o rei do mal;
8.            Aprendemos que aquele que rouba deve ser punido;
9.            Aprendemos a amar o Brasil e a respeitar os símbolos da Pátria.
10.       Aprendemos a ajudar às pessoas, sem discriminar.
11.       Aprendemos a nos relacionar com ricos e pobres.
12.       Aprendemos que o nosso direito acaba quando esbarra no direito do outro.
13.       Aprendemos que a fé remove montanhas;
14.       Aprendemos que a família, a escola e a igreja são agências do Bem.

Assim, educamos os filhos e os netos, porque queremos uma nação equilibrada. Felicidade se faz.

Democracia sem educação é anarquia:


Ivone Boechat

sábado, 25 de agosto de 2018


          Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor
                                                              Ivone Boechat 

A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente, do reconhecimento da soberania de Deus e a influência que Ele passa a exercer sobre as pessoas, sobre as famílias e todas as instituições. Quando se buscam deuses falsos ou quando não se cultua a nenhum deus, quando a Palavra de Deus e as suas Leis não têm lugar de adoração e destaque na vida da sociedade, ela perece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade. Uma nação se constrói no alicerce da fé. Cada cidadão bem orientado, com uma base sólida de educação, vai ajoelhar-se, aos pés de Cristo, buscando a comunhão com Deus. Porque “Os céus manifestam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos” Sl 19:1. Ninguém é insensível à majestade divina, quando lhe apontam para a grandeza do Seu poder.
Feliz é a nação que “instrui ao menino no caminho em que deve andar” Pv 22:6.
Feliz é a nação, onde a juventude “Lembra-se do Seu criador nos dias da sua mocidade. Ec.12:1.
Feliz é a nação, onde os “príncipes ensinam aos anciãos a sabedoria…” Sl 105:22.
Feliz é a nação que atende aos profetas de Deus, pois suas palavras são “…como uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações” II Pe 1:19. 
Feliz é o cidadão que reclina sua fronte nas sagradas escrituras, porque “seca-se a erva e murcha a flor, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente” Is 40:8.
Feliz é o homem que “anda pelo caminho da retidão, no meio das veredas da justiça” Pv.8:20.
A humanidade clama pela presença do Deus vivo, fiel, justo, capaz de transformar as tristezas desta civilização decadente numa geração eleita, confiante.
Cada família pode se apresentar como agência do bem, responsável por seus filhos, vigilantes da paz. 
O homem foi criado para viver feliz, serenamente, entre as flores do imenso jardim do Universo – único verso divino, ritmado na cadência de vozes angelicais e nas bênçãos que o Pai das luzes derrama sobre seus filhos.
Feliz é a nação que se esforça para caminhar debaixo da potente mão do Senhor e reconhece que, desde a antiguidade, “O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz”. Is 9:2.
                                                           
                                                          Amanhecer 3a.edição Reproarte 2004 RJ

segunda-feira, 20 de agosto de 2018



                                                         Amanhecer 4a.edição 2014 RJ

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor
 Ivone Boechat

A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente, do reconhecimento da soberania de Deus e a influência que Ele passa a exercer sobre as pessoas, sobre as famílias e todas as instituições. Quando se buscam deuses falsos ou quando não se cultua a nenhum deus, quando a Palavra de Deus e as suas Leis não têm lugar de adoração e destaque na vida da sociedade, ela perece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade. Uma nação se constrói no alicerce da fé. Cada cidadão bem orientado, com uma base sólida de educação, vai ajoelhar-se, aos pés de Cristo, buscando a comunhão com Deus. Porque “Os céus manifestam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos” Sl 19:1. Ninguém é insensível à majestade divina, quando lhe apontam para a grandeza do Seu poder.
Feliz é a nação que “instrui ao menino no caminho em que deve andar” Pv 22:6.
Feliz é a nação, onde a juventude “Lembra-se do Seu criador nos dias da sua mocidade. Ec.12:1.
Feliz é a nação, onde os “príncipes ensinam aos anciãos a sabedoria…” Sl 105:22.
Feliz é a nação que atende aos profetas de Deus, pois suas palavras são “…como uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações” II Pe 1:19. 
Feliz é o cidadão que reclina sua fronte nas sagradas escrituras, porque “seca-se a erva e murcha a flor, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente” Is 40:8.
Feliz é o homem que “anda pelo caminho da retidão, no meio das veredas da justiça” Pv.8:20.
A humanidade clama pela presença do Deus vivo, fiel, justo, capaz de transformar as tristezas desta civilização decadente numa geração eleita, confiante.
Cada família pode se apresentar como agência do bem, responsável por seus filhos, vigilantes da paz. 
O homem foi criado para viver feliz, serenamente, entre as flores do imenso jardim do Universo – único verso divino, ritmado na cadência de vozes angelicais e nas bênçãos que o Pai das luzes derrama sobre seus filhos.
Feliz é a nação que se esforça para caminhar debaixo da potente mão do Senhor e reconhece que, desde a antiguidade, “O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz”. Is 9:2.